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quinta-feira, 5 de março de 2015

Terra Média: Sombras de Mordor


Os últimos títulos inspirados no universo criado por J.R.R. Tolkien não empolgaram muito os críticos ou o público ao longo do tempo e logo se tornaram jogos um tanto esquecidos, como The Lord of the Rings: Conquest, The Lord of the Rings: War in the North e Guardions of Middle-Earth. Um dos que fizeram mais sucesso recentemente foi LEGO: The Lord of the Rings, porém por esse título fazer parte da série de jogos LEGO e possuir um conceito mais lúdico não podemos efetivamente compará-lo com os games antecessores.
E é devido ao histórico pouco animador de jogos baseados nas obras de "O Senhor dos Anéis" que Middle-Earth: Shadow of Mordor, desenvolvido pela Monolith Productions, não foi considerado um dos títulos mais aguardados do segundo semestre de 2014 por bastante gente – e que ledo engano nós cometemos. 
O hype em excesso realmente é algo ruim, pois jogamos nossas expectativas lá no topo e normalmente nos desapontamos com o produto final. Contudo, quando o inverso ocorre e somos surpreendidos por um título não tão aguardado, o resultado é extremamente gratificante. Acompanhe aqui nossas impressões de Shadow of Mordor e se prepare para explorar o reino mais maléfico, hostil e ameaçador da Terra-Média como você jamais imaginou jogar.

Um enredo inicial não muito original

Cronologicamente falando, o enredo de Middle-Earth: Shadow of Mordor está situado em algum momento entre os eventos de "O Hobbit" e "O Senhor dos Anéis", sem sabermos exatamente quando. Gollum já perdeu o Anel para Bilbo Bolseiro, porém Sauron não enviou os Nove em direção ao Condado atrás do Um – o que dá início à trama de Frodo.
Nós acompanhamos os guardiões de Gondor, ou rangers, que vivem próximos do Portão Negro de Mordor e vigiam o possível retorno das forças do mal que existem por lá, além de eliminar bandos de orcs remanescentes. O personagem principal é o guardião Talion, que possui certas semelhanças com um ranger mais famoso, Aragorn. Ele vive com Ioreth, sua mulher, e Dirhael, seu filho, nesse local anteriormente dominado pelas forças de Sauron.
Quando o Portão Negro é atacado por orcs e outros servos do Senhor do Escuro, Ioreth e Dirhael são assassinados perante os olhos de Talion e ele próprio é morto pela Mão Negra, um dos servos mais féis de Sauron – e o grande vilão que você deve enfrentar em Shadow of Mordor, detentor de um propósito oculto.
Logo depois disso, o corpo de Talion é ressuscitado pelo espírito de Celebrimbor, um elfo nobre que foi morto séculos atrás em circunstâncias parecidas com as de Talion e que quer se vingar do Sauron e da Mão Negra. Juntos, os dois personagens procuram desvendar os mistérios que os unem e derrotar os inimigos de Mordor.
Apesar de funcionar de modo eficiente, graças aos flashbacks que apresentam o início do enredo, devemos pontuar que esse não é o contexto mais original de todos: mulher e filho mortos que originam um sentimento vingativo implacável em Talion.
O fato de o jogo tentar encaixar diversos episódios que vemos depois em "O Senhor dos Anéis" também pode soar um tanto forçado (como as participações de Gollum, mesmo que interessantes), porém em nenhum momento, pelo menos até onde percebemos, eles se tornam incongruentes com as tramas oficiais que já conhecemos. Percebemos que o material de Tolkien foi respeitado pelos desenvolvedores, mas algumas liberdades foram tomadas com o objetivo de tornar o jogo mais plausível dentro de seu próprio contexto.

Dois corpos não ocupam o mesmo espaço. Será mesmo?

Middle-Earth: Shadow of Mordor é essencialmente um RPG de ação, ou seja, existem muitos elementos de RPG aqui que interferem diretamente no desenvolvimento do personagem, porém o foco real do jogo é estraçalhar um exército de orcs. Depois que Celibrimbor ressuscitou Talion, você é capaz de jogar e alterar o uso dos dois personagens em um só corpo, sendo que eles possuem habilidades e características bem específicas.
Celibrimbor é representado como um espectro, de modo parecido como os Nove são representados como fantasmas nos filmes de Peter Jackson. Além disso, sempre que jogamos com o elfo, podemos visualizar a Terra-Média de modo fantasmagórico, como quando vemos o mundo quando Frodo está com o Anel – são essas pequenas características eficientes que deixam o jogo mais familiar com o que já conhecemos da Terra-Média nos filmes e livros.

Alterar entre os dois personagens é algo extremamente interessante devido às peculiaridades que os protagonistas apresentam. Por exemplo, você só é capaz de utilizar o arco enquanto jogar como Celibrimbor, já que ele é um elfo extremamente habilidoso. Talion, por outro lado, é capaz de escalar as mais variadas construções silenciosamente e manejar a espada de modo perfeito, porém é quando Celibrimbor cede seus poderes espectrais ao guardião que os combos mais acrobáticos, poderosos e sanguinolentos são desferidos.
Existem duas árvores de habilidades básicas que estão divididas entre os pontos de guardião e de espectro, sendo que as pontuações que podem ser gastas são adquiridas nos confrontos. Se você quiser gastar em melhores atributos, como maiores quantidades de vida (algo essencial), outros pontos são necessários: as mirians, moedas extintas da Terra-Média que são obtidas principalmente em missões paralelas. O progresso do personagem ocorre de modo natural e no geral não há grandes dificuldades em enfrentar os inimigos.
O leque de armas não é grande (e não existem armaduras), já que você só faz uso do arco, da espada e da adaga. Contudo, não pense que elas são insuficientes, pois novas habilidades são desbloqueadas constantemente. Além disso, você pode equipá-las com runas, eficientes poderes que são absorvidos depois de derrotar capitães orcs e que conferem características específicas aos equipamentos.
Como não existem itens no jogo, as runas funcionam como se fossem objetos que equipam as suas poucas armas. Por Shadow of Mordor ser um RPG de ação, o fato de não existir lootou diversas armas, armaduras, cidades, lojas, itens e equipamentos não é algo necessariamente negativo, pois o foco do título está nos combates e o desenvolvimento do personagem ocorre de outros modos.
No quesito de abordagem dos inimigos, é possível partir para as batalhas diretamente ou andar de jeito furtivo pelo cenário, sem ser detectado pelos orcs e podendo matá-los silenciosamente no melhor estilostealth – o que é obrigatório em determinadas missões. Indicamos que você não seja muito impulsivo e ande livremente pelo cenário, pois logo pode ficar rodeado por mais inimigos do que é capaz de lidar e deverá fugir de hordas de orcs raivosos.

Eu já vi isso em algum lugar...

De certo modo, Middle-Earth: Shadow of Mordor faz uso de alguns conceitos que já conhecemos em outros jogos – e é simplesmente impossível não comparar o título com eles. Por exemplo, o fato de Talion poder escalar torres com facilidade, andar furtivamente em caminhos estreitos que ligam altas edificações, identificar inimigos de longe, dar saltos enormes e cair no chão praticamente intacto lembram os jogos da série Assassin’s Creed.

Do outro lado, temos os combates com comandos rápidos que devem ser pressionados no momento exato, zooms em determinados ataques e mudanças rápidas de ângulos de câmeras que também já vimos nos títulos recentes de Batman: Arkham – além de muitas acrobacias, cambalhotas e esquivas cheias de estilo. Shadow of Mordor parece unir esses dois conceitos e acrescentar mais alguns ingredientes próprios nesse padrão de jogabilidade, como os combos e poderes que Celibrimbor confere à Talion e o complexo modelo hierárquico dos orcs que interfere diretamente no progresso do jogo.

Além de Sauron, são os orcs que reinam em Mordor

Um dos grandes destaques de Middle-Earth: Shadow of Mordor é o inovador modelo hierárquico de orcs (ou urkus, como eles também são denominados no jogo), batizado de Nemesis. Ao contrário do que você pode imaginar inicialmente, os capitães orcs realmente desempenham um papel importante no desenrolar do jogo – prepare-se para ver alguns adversários bem grotescos, repletos de retalhos e loucos por sangue.
Com os poderes de Celibrimbor, você pode invadir as mentes desses inimigos e descobrir quais são os seus capitães, assim como suas respectivas forças e fraquezas. Orcs não são confiáveis, porém ler suas mentes é algo infalível – e um recurso muito útil para você descobrir localizações de inimigos mais relevantes.
É através desse rastreamento realizado nas mentes dos uruks que você consegue delimitar os inimigos e ver o quão forte eles são, assim como identificar quais serão os seus próximos passos. O jogo pode ser bastante cruel nesse sentido, já que as mentes dos inimigos são invadidas, dominadas e depois você pode matá-los de um jeito bastante brutal (o título possui um alto grau de violência explícita, como decapitações, desmembramentos e muito mais).
Quando um capitão é morto, o seu posto é liberado para outros orcs que desejam ocupá-lo. Através do quadro hierárquico exibido no jogo, você pode ver em qual posto os capitães uruks estão e escolher um deles como alvo, o que alterará as estruturas dessa sociedade. Por Talion estar praticamente só em Mordor, logo todas as castas de urkus ficam cientes de quem você é e passam a caçá-lo também.
Um desses capitães é Ratbag, um hilário uruk que Talion decide ajudar depois de receber informações cruciais sobre os próprios capitães – o que consequentemente confere rápida ascensão ao grotesco orc. O mais interessante é que, se você for morto por um determinado capitão, ele ficará mais forte e ganhará pontos de reputação perante os outros orcs – e quando o reencontrar, o questionará como você está vivo se ele o matou.

Logo, morrer só deixará seus inimigos mais e mais fortes, portanto seja extremamente cauteloso ao escolher suas brigas. Apesar de esse risco iminente existir, Middle-Earth: Shadow of Mordor não pode ser considerado um jogo difícil, especialmente no início. Outro aspecto interessante é que depois você pode, digamos, recrutar alguns orcs e fazer com que os próprios clãs briguem entre si.
De certo modo, é quase como se você escravizasse os urkus pelo poder da mente e os usasse como meio de chegar ao seu destino final – o que não é muito politicamente correto. Matar alguns capitães pode ser relativamente fácil, sendo que o real perigo é quando você se vê rodeado por incontáveis orcs. As cenas de introdução ao encontrar os capitães, que sempre prometem matá-lo do pior jeito possível, podem se tornar repetitivas depois de algum tempo, já que não como pulá-las.

One does not simply walks into Mordor

É claro que Mordor não possui somente orcs em seu vasto território maligno; outras criaturas funestas habitam esse local desolado, como graughs (trolls maiores), caragors (monstros como wargs), bestas aladas e muito mais – o que, felizmente, confere maior variedade de inimigos, já que não saímos de Mordor.
Por mais que o foco geral de inimigos do jogo seja os urkus e o ranking dos capitães, todos eles possuem características específicas que de algum modo os diferem bastante, sejam fisicamente ou no próprio estilo de lutar – nesse ponto, não se preocupe, pois o título não ficará repetitivo. Quanto à ambientação do reino de Mordor, o mundo desenvolvido pela Monolith Productions ficou bastante crível no que já conhecemos.
Um reino em ruínas, repleto de construções inacabadas e abandonadas, acampamentos de orcs, campos de trabalho de escravos, um terreno pedregoso, montanhoso e bastante cinzento (apesar de algum verde aqui e acolá), tudo está presente. É Mordor essencialmente que vemos no título. No quesito gráfico, o jogo está extremamente caprichado, com ótimas texturas – principalmente nas peles dos inimigos. Alguns rostos podem não ter ficado tão impressionantes, porém isso pode ser relevado com outros pontos gráficos melhores.

Nós jogamos as versões de PlayStation 4 e de PC, e esse é definitivamente um jogo da nova geração. Se você jogá-lo no PC e possuir um computador realmente poderoso, será possível deixar os gráficos em Ultra HD muito mais nítidos, especialmente as texturas, como já comentamos aqui no Baixaki Jogos. As sombras, os efeitos de iluminação, o movimento dos personagens e as animações de combate, tudo parece fluir adequadamente e de modo harmônico, o que confere jogatinas muito mais imersivas e divertidas.
O mundo aberto do jogo também é vasto e oferece diversas missões paralelas e locais que podem ser descobertos. É claro que esse não é um universo tão extenso quanto o que vemos em The Elder Scrolls V: Skyrim ou Grand Theft Auto V, porém mesmo assim ele é capaz de mantê-lo ocupado por horas e sempre com novidades. Ao realizar as missões principais e algumas das sidequests, o jogo pode passar das 20 horas facilmente, sendo que você levará muito mais tempo se quiser concluir 100% do game.

Em português?

Se você comprar Middle-Earth: Shadow of Mordor online nas lojas brasileiras da PlayStation Network, da Xbox LIVE e do Steam, ele terá possibilidade de áudio e legendas em português. É importante ressaltar que, se você adquirir o título com um registro estrangeiro na PSN, por exemplo, o jogo não virá em português – certifique-se bem disso.
Como vem ocorrendo nos últimos jogos lançados em português, os dubladores fizeram um bom trabalho. Entretanto, esse ponto é mais uma questão de gosto pessoal; se você curte jogos com áudio original em inglês ou em português. O trabalho foi bem realizado, pois, apesar de alguns sotaques regionais nítidos, todos os uruks falam de modo errado, com conjugações precipitadas e se xingam o tempo todo, com um vocabulário típico de orcs – o que é genial.
O áudio em geral do jogo é excelente, já que as músicas orquestradas que eventualmente são reproduzidas remetem de algum modo às músicas que já ouvimos nos filmes de Peter Jackson e parecem pertencer ao mesmo universo. Contudo, não existem faixas memoráveis que marcam o enredo. Durante os confrontos, prepare-se para ouvir muitos berros, orcs gritando, corpos dilacerando, espadas colidindo, entre outros sons brutais.
Com o conjunto de aspectos positivos que Middle-Earth: Shadow of Mordor traz, não podemos dar uma pontuação menor do que 90, que só não é maior devido ao grau de dificuldade que pode oscilar muito e ao enredo pouco empolgante de Talion – que apesar de possuir estruturas narrativas interessantes, não desenvolve muito. O modelo hierárquico de orcs é o grande diferencial e, graças à variedade de inimigos e características únicas, você não ficará enjoado de enfrentar os uruks.
Middle-Earth: Shadow of Mordor não só se revelou surpreendentemente excelente, como também é capaz de agradar aos jogadores que realmente gostam do universo de Tolkien (e há muito conteúdo complementar nos apêndices do jogo) e aos que o desconhecem quase que por completo. Fãs de RPG de ação devem se entreter aqui – e por bastante tempo.

Fonte: www.baixakijogos.com

Opinião Gamer Racional

Um jogo que chegou silenciosamente já marca sua voz nos corações dos fãs. Terra Média: Sombras de Mordor simplesmente surpreendeu em meio a tantos jogos já aclamados, como: Wacth Dogs, Dragon Age e Destiny.
A história do game despensa comentários, sendo do riquíssimo universo Tolkien, temporizando-se entre os acontecimentos de O Hobbit e O Senhor dos Aneis.
O combate, os gráficos, a história tudo ficou fascinante e pode ser uma aposta a game do ano (GOTY) mas devido a relatos de amigos e opiniões de gamers a versão da nova geração de consoles está impressionante, contudo as versões anteriores ficaram "mal feitas", levando em consideração que se houvesse mas capricho dos desenvolvedores se obteria um melhor resultado, conforme relatos.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

GTA V - Vida virtual



Conheça GTA 5: um dos melhores jogos de todos os tempos

O GTA 5 é o jogo definitivo da mais famosa franquia de mundo aberto da Rockstar que chegou para Windows. Antes disponível apenas para PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 e Xbox One, ele vem se tornando o maior sucesso da história dos games e, de maneira geral, da indústria do entretenimento. Após cinco anos de desenvolvimento e US$ 265 milhões gastos, é certamente o maior investimento já feito no mundo dos jogos.

O investimento valeu a pena. O título promete também no PC os mesmos gráficos impecáveis vistos nos consoles Playstation e Xbox. Texturas, luzes e cores contribuem para um software com grandes níveis de detalhe, especialmente em paisagens.

Depois de Vice City, Liberty City, entre outras, chegou a vez de Los Santos, uma cidade fictícia mas completamente baseada em Los Angeles. O mapa é exatamente o mesmo da capital do cinema dos EUA, incluindo as mansões dos artistas, parques e cada esquina da periferia. Tudo foi recriado digitalmente para imergir o jogador nesse mundo.

História

Mas GTA está longe de ser somente gráficos bonitos. O game inaugura na série uma nova maneira de jogar, que inclui o controle de três personagens simultâneos. Trevor, Michael e Franklin são personagens com características únicas e histórias interdependentes que fazem a história dar um salto de complexidade enorme.

A cada missão, os protagonistas são confrontados com seus passados para tentar resolver um problema atual. Aos poucos, o título vai oferecendo mais detalhes sobre cada um, de maneira que o jogador se sinta mais próximo e entenda, de alguma forma, porque Michael tem uma família desestabilizada, porque Franklin se acha tão esperto e o motivo de Trevor ser tão maluco.

Jogabilidade

Com três personagens controláveis, o jogo oferece uma maneira única e eficiente de trocar de ponto de vista durante a partida. Com um comando, é possível passar de Trevor a Michael a Franklin em segundos e sempre ter uma missão pendente a ser feita. O recurso mostra, ainda, a eficiente gestão de memória do jogo, que intercala cut scences com o gameplays sem travamentos.

O controle de tiro também está diferente. Com características provenientes de outros sucessos da Rockstar, como Red Dead Redemption, o game torna simples e ainda mais divertido qualquer tiroteio pela cidade. A mira automática, por exemplo, permite ao usuário se movimentar livremente enquanto vários inimigos são abatidos ao mesmo tempo.

Armas, veículos e itens escondidos

Há uma infinidade de armas a serem destravadas e adquiridas pelos personagens no decorrer do jogo. Basta ganhar dinheiro suficiente para comprar na Ammo Nation mais próxima ou até ganhar de presente ao final de certas missões. São armas brancas, rifles, metralhadoras, lança granadas, lança mísseis, pistolas, coletes à prova de balas e outros tantos itens disponíveis.

O mesmo pode se falar dos veículos. Dessa vez com riqueza de detalhes ainda maior, há carros de todos os tipos, desde os esportivos dos ricos de Los Santos até os caminhões e motos de terra da parte mais ao norte do mapa. Mas o destaque nesse quesito vai para outros veículos: helicópteros e aviões. Em vários momentos é possível voar em um deles e ver a cidade de cima, utilizando controles simples de manusear.

Missões secundárias

GTA V é recheado de missões importantes e que levam a história à frente, como assaltos em conjunto, assassinatos e outras tantas tarefas desempenhadas para concluir o game. No entanto, na verdade é praticamente impossível terminar o jogo – sempre há como ficar mais rico, comprar mais propriedades e realizar missões secundárias, que variam de personagem a personagem.

Multiplayer

Apesar de todos esses recursos, o título ainda oferece outro universo completamente diferente e com sua própria imensidão no modo multiplayer online. Inovando mais uma vez, a Rockstar criou um modo de jogo que reúne todos os gamers na mesma cidade, em busca de riqueza e status entre os criminosos.

É possível criar clãs com amigos e enfrentar outros no mundo de GTA 5, executando várias missões e construindo, aos poucos, seu próprio império. Trocando em miúdos, o modo multiplayer funciona como o mundo da história principal, mas com a maioria dos personagens na tela controladas por pessoas de verdade em qualquer parte do mundo.

Este título é obrigatório para quem gosta de games. Sua qualidade, tanto de gráficos, quanto de roteiro, criação de personagens, jogabilidade e diversão são algo de melhor que a indústria do setor já criou.

Bomberman - Explosão de game!




A jogabilidade de Bomberman misturava componentes de ação, estratégia e plataforma que levaram o multiplayer a um novo patamar nos consoles. O objetivo principal era simples, mas bastante desafiador; o herói Bomberman, seus amigos e inimigos se juntavam em uma arena ou labirinto para uma disputa com bombas e itens, que eram posicionados para destruir objetos ou seus adversários.

Originalmente desenvolvida pela Hudson Soft (e adquirida pela Konami), sua fórmula provou ser um grande sucesso e rendeu mais de 70 títulos para a série.
Bomberman 64

Conhecido como um dos favoritos entre os jogadores, Bomberman 64 foi o primeiro game da série com visual 3D. Lançado para Nintendo 64 em 1997, seu sucesso criou duas outras sequências chamadas Bomberman Hero (1998) e Bomberman 64: The Second Attack (2000).

Sua jogabilidade, apesar de não ter grandes diferenças em comparação a fórmula tradicional, apresentava uma evolução natural que viria com seu novo visual 3D. Seu modo Single Player também incorporou elementos de ação e aventura, com alguns estágios de plataforma ao invés de arenas de combate. Mas era no multiplayer para quatro jogadores que era possível notar a evolução, misturando as habilidades já conhecidas do herói com melhorias na câmera, movimentação e até novas efeitos para as bombas.

Saturn Bomberman

Saturn Bomberman foi lançado para Sega Saturno em 1997 para mostrar o verdadeiro potencial da série no seu maior destaque: o modo multiplayer. Permitindo até 10 jogadores simultâneos com dois adaptadores, seu modo competitivo era o grande diferencial do game e fez um enorme sucesso entre os antigos e atuais fãs da franquia.

Tanto sucesso que ele ganhou um adaptador e controle com modelo especial pela Hudson, feito exclusivamente para o game com o rosto de Bomberman – também lançado para a versão de Snes. Além disso, o jogo também contava com um modo história que podia ser jogado solo ou com mais um jogador.

Bomberman 2

Marcando a chegada da franquia nos consoles da Nintendo, Bomberman 2 foi lançado em 1991 para apresentar a clássica receita de sucesso da série: em uma sala repleta de blocos e inimigos, Bomberman precisava plantar bombas para destruí-los. Os blocos ainda tinham poderes extras que poderiam ajuda-lo a alcançar os próximos níveis com mais facilidade.

Sua história apresentava dois personagens: o Bomberman branco e o Bomberman preto. Acusado de crimes que não cometeu, o Bomberman branco é preso em uma cela e precisa escapar para levar o Bomberman preto à justiça pelos seus crimes.

Super Bomberman

Enquanto Bomberman 2 marcava a chegada da série no Nes, Super Bomberman começou a fazer seu nome no console da Nintendo. Muito popular entre os jogadores da época e os atuais admiradores do clássico, o game foi lançado em 1993 para Super Nintendo com um visual bem mais caprichado.

Com um visual mais destacado no novo console, o game mostrou novamente que seu grande destaque era o modo competitivo. Sua jogabilidade continuava simples, porém, viciante como nos títulos anteriores. Assim como os jogos clássicos da plataforma, o jogo utilizava um sistema de saves usando os bons e velhos passwords.

Bomberman ’93

Não muito distante do sucesso inicial da série no Super Nintendo, Bomberman ’93 foi lançado para TurboGrafx-16, mais conhecido como PC Engine, um console desenvolvido pela própria Hudson Soft para competir com os consoles da Nintendo e Sega. O game foi tão popular que além de ganhar uma sequência, foi levado para o Virtual Console do Wii U com seu modo multiplayer.

A jogabilidade não apresentava nada de muito novo em relação aos anteriores, mas era difícil sua combinação de elementos falhar no modo multiplayer. Sua versão no Virtual Console do Wii ainda suporta quatro jogadores usando o Wii Remote e até mesmo um quinto usando o botão R.

Bomberman Fantasy Race

Com uma lista extensa de títulos, Bomberman também ganhou alguns spin-offs com uma jogabilidade bem diferente do original. Junto com Bomberman Kart, um dos que se destacaram foi Bomberman Fantasy Race, jogo de corrida lançado para Playstation em 1991. Apesar de ser bem diferente dos outros jogos, a ideia deu certo e ele foi até relançado para PS3 e PSP em 2008.

Em Fantasy Race, os jogadores poderiam escolher diferentes cores para Louie e Tirra, os mascotes de Bomberman. Cada cor representava uma habilidade diferente que os animais poderiam usar durante as corridas, assim como Bomberman usava nos combates. O jogo tinha um sistema de prêmios em dinheiro, onde o jogador ganhava as “Bomberman Coins” para troca-las por outros animais de corrida ou melhorias.

Wario Blast

A franquia não se contentou apenas com os consoles e migrou para os portáteis com força total, com direito a participação especial em outros games. Mesmo não sendo um título da série, Wario Blast fez um grande sucesso no Game Boy por unir duas grandes franquias consagradas pelos jogadores. O game é um crossover entre a sério Wario da Nintendo e Bomberman.

O interessante é que o jogo é muito mais um Bomberman do que um game da série Wario. Isto porque o personagem da Nintendo é jogado no mundo de Bomberman e se torna o grande vilão da trama. Novamente como o herói – mesmo no jogo de outro protagonista – Bomberman também usa suas bombas para destruir inimigos e avançar nos estágios.

Bomberman World

A estreia da série no PlayStation ficou marcada por Bomberman World. O título foi lançado em 1998 e mostrou mais uma vez que a velha fórmula ainda estava bem firme e forte, agradando mais uma vez os jogadores em outra plataforma. Apesar de manter a mesma jogabilidade clássica, seu visual recebeu alguns toques especiais, com destaque para os cenários.

O grande destaque do título no PlayStation era a sua quantidade de modos presentes no game. Além do famoso multiplayer, ele ainda tinha o “Special Mode” para acumular pontos em um ranking e o “Maniac Mode,” um adicional para o movo competitivo entre jogadores. No modo história, o herói precisava derrotar a Dark Force Bombers, inimigos que queriam levar a escuridão para o mundo de Bomberman.

Bomberman Party Edition

Para homenagear e lembrar o início desta série clássica, Bomberman Party Edition foi lançado no Playstation em 2000 como uma versão do original de 1983. A jogabilidade e os modos de luta são bem semelhantes ao game antigo, mas com gráficos aprimorados e um toque de Super Bomberman no design dos cenários.

Como é de costume, seu modo multiplayer foi o grande sucesso do título com suporte para quatro e oito jogadores simultâneos dentro da arena. O game mistura todos os elementos clássicos que fizeram a alegria dos fãs durante todos os anos da franquia. Com diferentes itens, bombas, animais e cenários, Bomberman Party Edition é um dos títulos mais divertidos da série.

Bomberman Blast foi lançado no Wii para todos aqueles fãs que sentiam falta das explosões desta clássica série. O game faz parte de uma trilogia de títulos disponíveis apenas via download, junto com Bomberman Live para Xbox 360 e Bomberman Ultra para PS3.

http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/10/bomberman-conheca-os-melhores-games-da-franquia.html

Habbo - O jogo social!


O Habbo Hotel surgiu em 1999, na Finlândia, com 22 pessoas, da criativa mente de Sampo Karjalainen e Aapo Kyrölä. Eles desenvolveram um ambiente virtual 2D (alguns o consideram um jogo em 3D) chamado Mobiles Disco, que seria o Quartel General para encontro de amigos.
Em nosso Hotel você pode encontrar um espaço público com o nome Mobiles Disco, em homenagem à antiga versão. O Mobiles Disco era um jogo quase igual ao Habbo, porém os personagens não eram tão magros e não tinha funções como danças HC, emblemas, não existiam mobis e não era online 24 horas.
O Mobiles virou Hotelli Kultakala (Hotel Peixe Dourado) e foi lançado para o público em agosto de 2000, antes que se chamasse Habbo Hotel. Depois disso, os traços foram melhorando, novas versões foram surgindo e aqui estamos. Vale lembrar também que o habbo mais antigo é o Habbo Hotel da Finlândia (habbo.fi), em seguida vem o Habbo Hotel do Reino Unido (habbo.uk). Depois do lançamento do habbo UK, os jogadores começaram a aumentar rapidamente.
O Habbo Hotel é considerado um dos maiores jogos da internet sem violência.
Clique nas imagens para vê-las inteiramente.
Quarto Mobiles
Hotel inicial
Imagem Retirada de HabboTimes
Desde a primeira versão lançada até agora o habbo tem evoluido bastante. Abaixo é mostrado como está o habbo até o ano de 2006 (ano de criação da comunidade BR/PT). Tinhamos 50 milhões de usuários registrados, número que vem subindo bastante!

Point Black - O mundo do tiro!


Em um universo muito parecido com o nosso dos dias atuais, anos de um governo sem mudanças e com políticas duras em algumas áreas sociais, geraram revolta suficiente para que um grupo de rebeldes se juntasse e começasse a executar ações de desaprovação e protesto.

O que começou com passeatas e outras manifestações pacíficas logo ganhou maior intensidade e em breve, o grupo desorganizado passou a se tornar uma bem organizada associação de pessoas com mentalidade radical, fortemente armada e tendo, muitas vezes, atitudes questionáveis para alcançar os fins desejados. Os REBELDES, como ficaram famosos, se tornaram uma ameaça para a estabilidade do governo corrente. Quando os responsáveis pelo estado notaram essa grave ameaça, não hesitaram em agrupar os melhores soldados entre policiais e exército para compor uma força especial de defesa, chamado Operações Táticas de Proteção, ou OTP. Como era de se esperar, uma relação de caça e caçador evoluiu entre Rebeldes e OTP, com cada um dos lados exercendo o papel de caçador momentaneamente para, em seguida, passar a ser caçado. Em diversas frentes e localidades, embates entre os dois grupos ocorrem, quase sempre armados e cheios de ação. Alguns têm tons espetaculares, dignos de cinema. Com a ocorrência de confrontos constantes, embates a céu aberto, ataques surpresa, suspeitas de bombas e outros tipos de ação de alto risco, somente o tempo demonstrará qual lado será o vencedor desse duelo urbano. Características:

Esteja pronto para entrar no mundo virtual de Point Blank, onde balas voam a centenas de quilômetros por hora e poderosas granadas destroem o cenário.

Cheque seu equipamento e munição, preparem-se!

- Jogue de Graça.

- Jogo de tiro em primeira pessoa.

- Diferentes modos de jogo, desde o frenético Deathmatch até missões de explosão.

- Vários tipos de armamento e equipamentos que lhe ajudarão durante o combate.

- Sistema de ranking, títulos e missões que lhe dará os mais distintos bônus.

- Forme seu clã, inscreva novos membros, crie seu emblema e marque partidas clã x clã.

The Gunz - O duelo



Um pouco da historia do gunz

Continente Astra, um mundo repleto de fantasia, onde um impulso rumo a modernização seguiu um cataclisma industrial, 50 anos se passaram desde o fim da guerra entre a República e o Império, chegando a era da aventura. Aventureiros, Caçadores de Tesouro e Mercenários atravessam a linha entre o Império e a República, e agora é vez do jogador escolher de que lado deseja ficar: encará-los de frente em batalhas, espiá-los ou se juntar aos mesmos. 

Korean Style

O Korean Style, do inglês "Estilo coreano" (Mas conhecido como KS, ou K-Style) são jogadores que optam por jogar com espadas, com auxilio de escopetas e/ou pistolas. Suas habilidades se aproveitam de bugs que permitem ataques rápidos com a Espada, como a habilidade Butterfly Step (Se aproveita de um bug onde é possível defender enquanto ataca), ou o Wall Cancel (Torna possível o jogador escalar paredes usando a Espada). Existem habilidades mais avançadas como o Slash-Shot (Bug onde o jogador ataca o alvo com espada e rapidamente troca de arma, acertando um ataque de espada e um tiro ao mesmo tempo), ou o Butterfly Step (BF) duplo e triplo.

Dagger Style

O Dagger Style, do inglês "Estilo da Adaga" (Conhecido como D-Style ou DS) é o estilo focado em Adagas, com hits (Ataques) rápidos e usos de habilidades avançadas como Ghost Evade (que também se aproveita de um bug para esquivar de um ataque inimigo), ou então o Ninja Step, que se aproveita da agilidade dos hits da adaga enquanto o jogador se desloca com Dashes (Impulsos) para diferentes direções.

Brazilian Style

O Brazilian Style surgiu no Brasil como forma de derrotar os jogadores do "Korean Style". Este estilo é uma adaptação do "European Style" e combina técnicas de Metralhadoras, Rifles, Sub-Metralhadoras, Granadas e Espadas. Os jogadores deste estilo costumam usar todas as técnicas disponíveis para suas armas com agilidade incrível, são aproveitadores e bastante técnicos.

Sprayer

Não era para ser considerado um estilo, mas acabou sendo popularizado como tal pelos próprios jogadores novatos (Newbies, Noobs). Sprayers são jogadores que usam armas de repetição rápida, principalmente SMGS (sub-metralhadoras). São chamados de Sprayers aqueles que atiram para todo lado na esperança de acertar alguém , segurando o botão do mouse como se estivesse apertando um aerossol (Normalmente a munição deles acaba muito rapidamente). O termo Spray começou a ser usado pelos norte-americanos em jogos de tiro em primeira e terceira pessoa, como o popular Counter-Strike.

Hybrid Style

O Hybrid Style, do inglês "Estilo híbrido", é o modo híbrido de jogar. Quem o inventou, combinou o Spray (Citado abaixo) ou o Euro-Style com o KS (Korean Style). Jogando com uma Espada, Sub-Metralhadora ou Metralhadora e pistolas/revólver/escopeta. Há poucos também no The Duel, e é um pouco difícil de se aprender. Um dos movimentos mais conhecidos desse estilo é o Milliion Step, que é básicamente igual a um Half-Half Step (Um movimento do K-Style), só que usando uma metralhadora.

Acumulando mortes em The Duel, o jogador recebe "Bounty" (moeda do jogo), que o permite comprar novos armamentos, roupas, ou acessórios. Armas incluem Armas de fogo, Armas brancas (Adagas, Espadas, Kodachis, etc), granadas, entre outros. Acessórios como anéis afetam diretamente nos atributos dos jogadores. Atualmente, nas versões Coreana, Japonesa, Brasileira e Norte Americana, é possível comprar "olhos" e chapéus. A LevelUp! Games comercializa CASH (Moeda paga dos MMORPGs para que os jogadores possam comprar vantagens dentro do jogo e itens que apenas pagantes poderão conseguir.

Jogadores adquirem EXP (Pontos de Experiência), matando outros jogadores. Esses pontos contribuem na progressão, ou desenvolvimento de um jogador. Níveis altos permitem que jogadores acessem outros canais e usem armas melhores. A quantia de Bounty e EXP é recebida de acordo com o nível do jogador derrotado. Entretanto, suicidando-se ou morte acidental resultam em subtração de EXP a partir do nível 5. Quando um jogador possui EXP negativa, também é possível que ele regrida um nível. A Partir do Nível 21, se um jogador for morto por outro que possua mais de 7 níveis de diferença, ele poderá perder EXP dependendo do canal. Existem também o sistema de Quest que são missões que também podem lhe oferecer EXP ao matar os monstros que aparecem durante o caminho.


fonte:http://www.webcheats.com.br/forum/gunz-bate-papo/1712985-um-pouco-da-historia-do-gunz.html

Tibia Online


A
História do Tibia começou no outono europeu de 1995 quando três estudantes (os alemães Stephan Börzsönyi, Ulrich Schlott e Stephan Vogler), devido ao grande potencial da Internet que eles enxergaram. Os três tiveram a idéia de criar um RPG online. Contudo, eles desejavam que o jogo deles possuísse uma interface gráfica, diferentemente dos vários Multi-user dungeons baseados em texto da época. Guido Lübke começou como um jogador normal, e em 1999 se juntaria aos três como o quarto oficial executivo do jogo.

O nascimento do jogo

A partir de 1996 começaram a surgir os primeiros planos concretos para o jogo. Foi escrita a programação básica para a rotina de manuseio de objetos, foi utilizado o editor MudEdit para o desenho dos níveis, itens, e avatares (personagens dos jogadores); e foi testado o protocolo TCP/IP para a comunicação entre os o servidor e o jogo. Em agosto do mesmo ano se havia um servidor rodando em Linux e um cliente do jogo rodando em Windows, e já era possível movimentar um personagem ao longo dos níveis. Grande parte dos gráficos usados nos cenários do jogo era similar ao do jogo Ultima VI.

O desenvolvimento do jogo no início se deu basicamente nas horas livres dos quatro criadores. A longo do outono europeu de 1996, Tibia foi ganhando novas funcionalidades: como nomes individuais aos personagens, a habilidade deles pegarem, moverem ou largarem itens, e a habilidade de conversarem uns com os outros.

No natal de 1996, foi implementada no jogo a habilidade de se usar itens, e a funcionalidade de gerenciamento de contas dos usuários. Também foi criada a primeira versão do site do Tibia.3 Para os criadores de Tibia, estava assim tudo pronto para o lançamento do jogo, o qual ocorreu em 7 de janeiro de 1997. O servidor do Tibia se localizava, nessa época, na Universidade de Ratisbona, e o nome da primeira versão foi Alpha 1.0

Fonte:Wiki